Novidades

Inovação e excelência como um elo de transformação social.

O melhor jeito do Brasil voltar a enriquecer é deixar que os cidadãos desenvolvam as próprias ideias.

Desde 1930, no Brasil, a ideia de que é o governo que cria riqueza = doutrina do nacional –  desenvolvimentismo, vai e volta. Isso nos prende às decisões em Brasília.

As ideias precedem até mesmo o capital. Acumular capital é apenas um item para gerar riqueza, assim como a mão de obra e o direito de propriedade.

Índia e China estão permitindo às pessoas desenvolverem suas ideias.

Não adianta aumentar o salário mínimo quando os menos favorecidos não têm emprego. Isso estancou nosso produto per capita (hoje em US$ 9.900 ao ano, perto da média mundial, já a China e a Índia crescem de 6% a 10% ao ano. Neste ritmo a China alcançará o nível do PIB atual dos USA em 20 anos e a Índia em 40 anos.

A educação ajuda um país a enriquecer, desde que não seja para ser usada para obter um emprego estável no estado.

O melhor programa social que um país pode adotar, é permitir que bons empregos sejam criados.

Índia: 1,4 bilhão de pessoas. Exemplo até para países desenvolvidos, na identificação dos cidadãos. Nos últimos anos cadastrou 90% da população com uma identidade digital: Aadhaar (significa “a base de algo”). A Índia está permitindo às pessoas desenvolverem suas ideias. Parcerias públicas – privadas na gestão de dados foram estabelecidas para benefício pelo acesso a novos serviços, principalmente instituições financeiras, tentando resolver um grave problema: o baixo uso de serviços financeiros.

O Aadhaar substitui documentos físicos na hora do CIDADÃO indiano requisitar acesso a 24 tipos de serviços públicos: transferência de renda, vagas em creches, crédito agrícola oficial, … Trata-se de etapa essencial para vencer a pobreza e a desigualdade. Afinal o acesso a bancos aumenta a chance de guardar recursos ou financiar bens e serviços que elevam o bem-estar. Houve uma queda de custos para abertura de contas: de US$ 10 para US$ 0,10, antes da integração, menos de US$ 0,10 agora.

 

Compartilhe!

Jorge Ferreira
Autor

Jorge Ferreira